Instalando, sem esforço, Latex no Gnu-Linux

Publicado 10/03/2010 as 06:36 |

Recentemente para atualizar o Ubuntu no meu Asus 900, precisei desistalar vários pacotes para que houvesse espaço suficiente para o sudo apt-get upgrade.

Entre os (vários) programas que retirei estavam os pacotes necessários para escrever usando o Latex.

Nada de grave, depois era só usar o synaptic para instalá-lo novamente. O problema é que eu não sabia quais eram os pacotes que eu precisaria para uma instalação Latex produtiva.

Fiz como da última vez (serviço de português), usei a busca do synaptic, lia a descrição do pacote e, meio na orelhada, incluia os pacotes a serem instalados.

Por que estou contando isto? Porque acabo de descobrir que poderia ter feito do modo fácil (e elegante). Era só utilizar este shell script aqui.

Fica aqui a dica para mim mesmo usar no futuro e para outros que precisem instalar o Latex do modo fácil :-)

E antes que você me pergunte… pra que serve o Latex? Leia este excelente texto que o J. F. Mitre escreveu no CFD

Mnemosyne, aliando tecnologia e pesquisa para a aprendizagem

mnemosyne em ação
Publicado 02/03/2010 as 11:08 |

Agradecimentos Iniciais

Primeiro de tudo, a dica deste projeto/programa me foi passada pelo Prof. Alexandre Ortiz Calvao, meu colega no Colégio Pedro II. Ele ficou sabendo do programa numa matéria da revista Easy Linux (não sei a edição).

Introdução

Mnemosyne é um programa (e projeto) de cartões de memória baseado em pesquisas acadêmicas sobre como nossa memória funciona.

Resumidamente ele funciona pelo princípio do “estudo por repetição espaçada”. Aquilo que você já memorizou aparece menos vezes e aquilo que você ainda não memorizou irá aparecer mais vezes. Estou resumindo, pois o tempo entre exposições das fichas de estudo (flash cards) é controlado por um algorítmo (SM2) mais um pouco de pitada de “aleatoricidade”.

Se você permitir, o programa envia (anonimamente) os seus dados de estudo/uso, de modo transparente, para um banco de dados que é usado na pesquisa sobre como a nossa memória funciona! Legal não é?

mnemosyne em ação

Características do Mnemosyne

  • Algorítimo de agendamento dos cartões. Você não gasta tempo com o que já memorizou;
  • Suporte a vários idiomas (unicode);
  • Suporte a Imagens, Sons e formatação HTML;
  • Suporte a Latex para dispor fórmulas matemáticas;
  • Suporte a “cartão de 3 lados”. Se você quer aprender Idiomas pode ter pronúncia, escrita e tradução das palavras no mesmo cartão;
  • Pode rodar de um chaveiro USB;
  • Permite bastante detalhamento nas informações de cada cartão;
  • Suporte a etiquetas (tags);
  • Disponível em vários idiomas (inclusive pt_BR)
  • Suporte a importação/exportação de dados (texto, XML, Supermemo, Memaid, …)
  • Suporte a Plugins (adicionam funcionalidades ao programa);
  • Você poder criar seus cartões e/ou baixar os cartões produzidos por outros usuários;
  • Disponível para Linux, MacOS, Windows, Maemo (N8*0), Android e celulares com suporte a java.
  • É Open Source e gratuito!

Usos

Você pode usar o programa para memorizar informações ou estudar (produção dos cartões) ou para ambos! A principal vantagem é que você pode estudar no ônibus (celular/N8*0), na escola (computador), em casa (computador), etc.

Pode usá-lo para estudar idiomas, para estudar para um concurso, para uma prova, para treinar sua memória, etc.

Exemplos: Cartões de ciência, Cartões de Idiomas, Cartões de Computação, etc.

Mais informações, manual, baixar o programa e etc aponte seu navegador para a página do Projeto Mnemosysne.

5 “traduções” porcas que eu simplesmente detesto

Publicado 27/02/2010 as 10:05 |

Ok, traduções porcas pode parecer excessivamente agressivo, mas pelo menos eu consegui chamar a sua atenção :-)

Introdução

Abaixo eu discuto as 5 “traduções” (algumas todas são, na verdade, aportuguesamentos) que são tomadas como padrão em localização de softwares e aplicativos que eu (que não sou nenhum especialista em língua portuguesa) acho horríveis.

Para cada um dos termos eu aponto os vocábulos que uso quando sou eu que vou escrever ou traduzir o termo.

O meu critério é bem simples, se existe o vocábulo em português e cujo sentido é o mesmo do termo a ser traduzido é sempre ele que vou usar.

Neologismos só fazem sentido se o vocábulo não existe previamente em português, como por exemplo “blogue” que é o aportuguesamento de blog. Uma discussão (antiga) sobre este critério de acessibilidade linguística pode ser conferido aqui.

As traduções

  • “To Post” traduzido como “Postar/Postagem” – Aqui eu penso que se trata mais de um caso de aportuguesamento e não da tradução do verbo “post“, no contexto em que ele aparece. Usa-se o termo post em blogues e aplicativos web onde se publica algo (texto, imagem, vídeo, etc).

    Se você consultar qualquer dicionário de língua portuguesa (Michaellis ou Aurelio por exemplo) você verá que o verbo “postar” não tem o sentido de se publicar algo (como é o caso de aplicativos web): “v.t. Colocar num posto, num lugar. / Pôr no correio. / v.pr. Pôr-se, colocar-se“.

    Pior é que ainda inventaram (ok, existe no Michaellis) o termo “postagem” que é feio de doer.

    Quando você escreve um texto num blogue, rede social ou micro-blogue ou ainda quando dispõe um vídeo ou foto numa ferramenta web (flickr, youtube, vimeo, etc) você está publicando. Veja o que nos diz o dicionário:

    pu.bli.car
    (lat publicare) vtd 1 Afixar ou apregoar em lugares públicos; levar ao conhecimento público; tornar público e notório: Publicar uma lei, uma sentença. vtd 2 Imprimir para a venda; editar: Publicar uma revista, um livro. vtd 3 Assoalhar, divulgar, espalhar: Publicar os defeitos de alguém. vpr 4 Proclamar-se: Publicara-se por autor de uma obra realizada por outrem.

    Por isto *eu* sempre vou traduzir “Post in bla bla bla” por “Publicar no bla bla bla” e “A post in my bla bla bla” por “Um texto/foto/vídeo/entrada no meu bla bla bla”

  • “Del” por “Deletar” – Aqui é outro exemplo de aportuguesamento por pura submissão cultural ou preguiça intelectual. Existe em português o verbo apagar e desfazer. Logo “Del the last post in blog” será sempre traduzido, *por mim*, como “Apagar a última entrada no blogue”!
  • “Logging” por “Logar” – Aqui é outro exemplo de aportuguesamento por submissão cultural ou preguiça intelectual. Aqui eu acho que é mais por preguiça de pensar do que por submissão cultural. Existe em português o verbo autenticar [O J.F.Mitre acrescenta que na verdade logging deveria ser traduzido por "Autenticar a identidade 'em'"] que tem o sentido estrito de “logging in”. Logo “Logging in system” será sempre traduzido, *por mim*, como “Autenticando no sistema”!
  • “to Link” por “Linkar” – Nossa, acabei de descobrir que não temos nenhuma tradução neste texto. Somente aportuguesamentos por hábito dos usuários. Em hipertextos o link sempre aponta para outro texto ou outra parte do texto. Se existe o verbo apontar e ligar só posso concluir que “linkar” é uma opção pela submissão cultural!

    E por favor, não me venham com o “mimimi” de que estou sendo xenófobo! Eu simplesmente não abro mão de pensar em português!

  • “to scanner” por “Escanear” – Quando precisamos transformar um documento/foto/etc num arquivo digital nós estamos digitalizando o artefato.

    O dispositivo conhecido como “scanner” simplesmente digitaliza fotos ou documentos, logo “escanear”, [na minha opinião, é um termo usado por colonizados [O J.F.Mitre cortou meu barato informando que escanear já existe nos nossos dicionários].

    Eu sempre vou preferir “digitalizar” (em detrimento do escanear que existe!) meus documentos por uma opção explícita de acessibilidade linguística!,

Comentário Final

Eu, de forma alguma, estou dizendo que estas são as traduções mais corretas! Estou apenas dizendo que, se eu tiver que traduzir estes termos, usarei aquelas opções.

Uma vantagem adicional de se usar softwares de código aberto é que você sempre poderá compilar as suas próprias traduções, com base nos seus gostos pessoais.

Sobre histeria, privacidade, Buzz e etc

Publicado 19/02/2010 as 06:15 |

Etc

Vou começar pelo etc ;-) Se eu precisasse de uma evidência experimental para verificar que microblogues são péssimas escolhas para conversas/discussões eu já teria. Por isso uma discussão que começou lá no identi.ca, precisamente no @ticseducacao, trago pra cá (não achei uma maneira de apontar para discussão!).

[Atualização 1]

Os microblogues além de serem inadequados para discussão são ruins para se indicar/apontar a discussão. Vejam como uma discussão feita no Buzz não só é fácil de ser apontada como fica lindamente organizada: Discussão sobre um texto da Gutierrez

[Atualização 1]

Argumentar com mais de 140 caracteres e com as tréplicas organizadas é algo que eu, pessoalmente, aprecio.

OBS: Porque eu não tenho um perfil pessoal e sim um “corporativo” em microblogues (questionamento compreensível do @kov) está indicado aqui e aqui!

Problemas de Privacidade no Google Buzz

Como todos já devem saber a Google lançou um novo serviço chamado Buzz. Uma ferramenta com características de rede social e totalmente integrada ao ecossistema da Google.

Como era de se esperar muita gente reclamou do fato do novo serviço está ligado ao Gmail e, por padrão, incorporar muitos dos seus contatos do gmail ao serviço.

A maior gritaria se deu em função do que muita gente considerou como um “sério problema de privacidade”. Neste texto, o Tiago Dória faz um bom resumo crítico da questão.

Muito embora quase todas as reclamações (de privacidade) dos usuários tenham sido atendidas pela Google, muita gente continua com as “pedras na mão”.

Um destes ex-usuários da Google é o Alexandre Oliva que resolveu “romper com a Google“. Aqui você pode ler o manifesto original do Alexandre Oliva.

Eu não questiono o direito de ninguém fazer as suas escolhas tecnológicas em função do seu nível de exigência de privacidade. Mas (e foi aqui que a discussão esquentou!) eu considero que a maior parte das reclamações sobre a quebra de privacidade da Google são histeria e #mimimi.

Mas segure as suas pedras e espere a próxima seção:-)

Sobre a histeria em torno da privacidade

Como bem argumentou a Juliana no seu texto, Google Buzz e Histeria, não é estando fora do ecossistema da Google que uma pessoa terá as suas “conexões com contatos em segredo”. Nem precisa fazer engenharia social pra isto!

Se é verdade que ter deixado o seus contatos públicos disponíveis, por padrão, foi algo ruim, (parece que isto já foi acertado) não foi o fim do mundo da privacidade!

O conteúdo das suas mensagens (privadas) não foi divulgado! Se a maior parte das pessoas mantém seus contatos não escondidos em redes sociais qual o sério e crítico problema de privacidade em se conhecer seus contatos (próximos) do gmail/gtalk?

Argumenta-se que alguns jornalistas tiveram problemas com isto! Aprendam então a manter informações profissionais críticas em locais adequados na rede. Mais sobre isto leiam este longo e instrutivo texto do J. F. Mitre: Ordem na vida Digital, a Web 2.0.

Se “estar na rede” não é nenhum “quartinho da mamãe” em termos de privacidade (cookies, logs do servidor, etc) também não é este “bicho papão todo” que estão pintando!

O que eu quero dizer com isto? Para a maior parte das pessoas e para a maior parte do uso que se faz na rede, o nível de privacidade que se tem usando o ecossistema da google não é muito diferente do nível de privacidade que se tem ao se usar cartão de crédito ou se ter um registro no INSS ou se ter uma conta num provedor de hospedagem ou de se ter uma conta num provedor de conexão a internet!

Um controle fino de sua privacidade requer um nível de paranóia e de conhecimento técnico (pgp, tor, etc) que pra maior parte dos usuários não é necessaria, simples assim!

E por favor, por pensar assim não estou me opondo a qualquer discussão sobre privacidade e/ou educação sobre privacidade.

Estou apenas dizendo que a discussão sobre privacidade na rede não precisa ser feita com base em histeria e #mimimi.

Eu uso minha conta do gmail para participar de quase todas as listas de discussão que participo, para cadastros em perfis web (pelo seu ótimo controle de spamm) e todas as minhas intervenções públicas na rede.

Com ou sem google eu não vejo problema em você (ou o echelon) ou quem quer que seja veja minhas conexões (não o conteúdo privado!) no Google!

Algumas mensagens profissionais e/ou pessoais uso meus emails (pop3, eu sei que Imap seria mais adequado/seguro) em domínios próprios. Ainda assim não tramaria nada secreto neles:-)

Bom senso é a palavra de ouro. O que eu não faço abertamente no mundo “off-line” (sim, não posso te contar, foi mal!) não farei em redes digitais.

Por padrão, é tecnicamente mais fácil gerar provas/rastros contra si em redes digitais do que fora dela!

[Atualização 2]

Abaixo alguns outros textos sobre o mesmo tema, que julguei interessantes:

[/Atualização 2]

Uma última observação

Embora nesta altura do campeonato isto já devesse ser óbvio para qualquer pessoa que já tenha entrado no mundo dos adultos, sempre vale a pena relembrar e enfatizar. Não existem absolutos! Algo que falha miseralvelmente pra mim pode funcionar lindamente pra você. E vice-versa!

Tenha isto em mente antes de pegar as pedras :-) E sim, os comentários estão abertos às suas considerações, afinal as conversações são muito melhores com mais de 140 caracteres, com reflexão e, mais importante de tudo, numa interface que organize as várias falas de modo organizado e intuitivo.

Ouro Virtual = Dinheiro real!!!! Profissão: Fazendeiro de Ouro???

Publicado 18/02/2010 as 01:12 |

E surgiu uma nova profissão no mundo contemporâneo, chamada amigavelmente de “Fazendeiro de Ouro”, também conhecida nos jogos online como “farmer”! A revista Scientific American Brasil dedicou uma matéria sobre estes “fazendeiros de ouro” e vamos escrever este post, comentando dados da tal publicação.

Todos sabem que sou um viciado em jogos MMORPG e mundos virtuais, já havia até mesmo escrito algo aqui sobre isso. A mídia tem dedicado mais espaço ao tema, até nos grandes jornais televisivos brasileiros (publicamos o post em 15/01/2010 – “Quer ganhar dinheiro jogando vídeo games?”), assuntos relacionados ao dinheiro virtual e lucros reais. O fazendeiro de ouro é aquela pessoa (na maioria das vezes, adolescentes) que é contratado para conseguir ouro virtual e vender para o mundo real. Simples né? Nem tanto!

Na China, estes “fazendeiros” podem ganhar um salário maior do que os montadores de brinquedos, que trabalham cerca de 12 horas por dia. A pseudo facilidade do trabalho tem atraído muitos jovens, geralmente os mais fanáticos em internet e jogos.

No mundo estima-se que mais de 400 mil jogadores passam o dia acumulando ouro, que abastece um mercado global aproximado de 3 bilhões de dólares! Nada mal para quem gosta de video-games.

Os jogos mais usados pelos “farmers” são World of Warcraft e EverQuest II onde o ouro virtual é usado para comprar itens, armaduras e habilidades. Tenho alguma experiência no World of Warcraft, mas nunca joguei EverQuest e sei o quanto é difícil conseguir garimpar ouro ou itens nestes jogos.

Outros lugares interessantes para experimentar a exploração da riqueza virtual, são os mundos virtuais simulados, aí temos o nosso Second Life como a maior economia virtual do mundo (movimenta mais de US$2,3 milhões ao dia). Sua vantagem em relação aos demais projetos semelhantes, é que cada residente pode criar e comercializar todo o tipo de itens, sistemas e acessórios, que vão de jogos frequentados por milhares de pessoas, até itens estéticos, como seios com movimentos realísticos, ou desenhos de pele com maquiagem perfeita.

Além da venda de ouro, estes experts em MMORPGs podem também ajudar os jogadores com menos tempo a passar mais rapidamente de nível (uma prática conhecida como “uppar” seu personagem). Para passar do nível 1 para o 50, no jogo Tíbia On-Line, as pessoas pagam até US$200 (R$360,00) para jogadores profissionais.

Existem cerca de 50 milhões de jogadores online, destes, 20 milhões são assinantes de algum jogo (11 milhões só do World of Warcraft), estima-se que sejam em cerca de 1 milhão os fazendeiros de ouro (farmers) em todo o mundo, ganhando em média US$150( R$270,00) por mês como renda. Existem também cerca de 60 a 100 mil empresas especializadas neste segmento, que disputam espaços num mercado de 8 a 12 milhões de clientes em todo o mundo (pessoas que compram itens virtuais e moedas virtuais).

A maior empresa de fazendeiros de ouro da China, a IGE (Internet Gaming Entertainment), chega a faturar entre 10 e 20 milhões de dólares por mês, intermediando as vendas entre os fazendeiros de ouro e jogadores do mundo inteiro. Um único fazendeiro de ouro chegou a ganhar 1,3 milhão de dólares em dois anos.

Assim como na vida real (RL = Real Life) as crises econômicas existem no mundo virtual e o mercado de itens, moedas e bens virtuais também passou por dificuldades nos últimos anos. As moedas virtuais desvalorizaram em cerca de 85% em relação ao dólar, causando forte impacto no mercado virtual, porém, barateando o preço dos itens e acirrando ainda mais a disputa entre as empresas.

Para finalizar, gostaria de falar sobre um mundo virtual em especial, que corre por fora da mídia e é o precursor de todos os sistemas financeiros virtuais, chama-se Entropia Universe, possui uma atividade comercial fortíssima, mas ainda muito distante do Second Life.

Mesmo assim atrai regularmente investidores como é o caso do americano John “Neverdie” Jacobs. Neverdie comprou uma estação espacial por 100 mil dólares dentro do mundo Entropia, vendeu a casa onde morava para investir.

Recuperou o investimento em 4 meses, cobrando passes espaciais para os “caçadores” que procuravam animais especiais criados e que se encontram apenas na tal estação espacial. John também compra e vende itens para os moradores que lá “residem” virtualmente (sim, os avatares tem casas e pagam aluguel semanal para viver em sua estação orbital).

Mas sinceramente, não existe mundo virtual tão completo e lucrativo quanto o Second Life. Sua economia é pujante e movimenta mais de US$ 75 milhões por mês. As possibilidades de criação de conteúdo são praticamente infinitas, quem for inteligente e com um bom projeto, inovador, conseguirá lucrar muitos Linden Dólares por lá, por muito tempo ainda.

Gosto de citar sempre o exemplo do brasileiro Sylvio Runo, que criou o primeiro sistema de televisão no SL que permite a exibição de vídeos do YouTube (conheça aqui). Nem preciso dizer que vendeu centenas de milhares destas televiões virtuais, o preço individual é de L$500 (aproximadamente R$4,00), mas trata-se do item mais vendido de todos os tempos, no sistema de comercio eletrônico oficial do SL, estima-se que foram vendidas pelo menos 50.000 TV´s.

O meu projeto pessoal preferido é um jogo MMORPG, que começou despretenciosamente, era uma bricadeira entre amigos, mais ou menos 80 pessoas. Conhecí o idealizador dele (Klint Clowes) através de nosso outro parceiro (Gutootto Ostehram) e a partir daí iniciamos o desenvolvimento do jogo de relacionamento mais badalado do mundo atualmente.

Chama-se The Destiny e temos mais de 5000 jogadores ativos (exclusivamente dentro do mundo virtual Second Life). Mas o sucesso não cai no colo sem esforço, somos em 3 sócios e cada um tem seu papel no The Destiny, seja na estratégia comercial, no desenvolvimento tecnológico ou na criação de conteúdo em 3D. Sempre tivemos um projeto profissional e organizamos tudo como uma empresa deve fazê-lo, acredito que apenas por isso, hoje temos o melhor MMORPG do mundo dentro do Second Life.

Nos vemos no Second Life!!!

Jean Liberato
Editor

Origem: www.mundolinden.net
“Second Life Fácil”



Pagina 1 de 41234


Creative Commons License
Canal Castanhal . NeT is licensed under a Creative Commons.
Based on a work at www.canalcastanhal.net.
Permissions beyond the scope of this license may be available at www.jamilservicos.com.



Valid XHTML 1.0 Transitional    Valid RSS    Use OpenDNS    You-Cubez.com    Powered by FeedBurner